sábado, 26 de maio de 2012

Batalhas


Nessas ultimas semanas e diria até meses tenho passado por muitas coisas, mas não externas e sim internas. E esse é o tipo de conflito que só você e Deus entende. E é nessa hora que devemos ter em mente atitudes para que possamos ter paz interior. É difícil, pois a palavra desistir sempre vem quando estamos mais fracos. Mas o nosso Deus é O Deus dos milagres e dos impossíveis, e minha vida por si só já é um grande exemplo. Fazendo minha devocional com o Livro da Jornada da IBL, me mostrou "soluções" para começarmos a sair de nossos conflitos,  batalhas, tentações, etc. O fato é que o que irei citar não é uma solução mágica que iria sumir de uma hora para outra os nossos problemas, mais sim um mapa que se conseguirmos seguir da maneira certa tornará a nossa chegada ao destino final mais rápido e com melhor qualidade.


Eis as resoluções que precisam ser feitas de maneira segura:

  1. Escolha: Devemos agradar a Deus e não à homens. Dizer NÃO às coisas do mundo, NÃO à carne, NÃO ao pecado.
"E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimentei qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." Romanos 12.2

O que vai determinar a vitória em qualquer área da nossa vida é se estamos ou não no centro da vontade de Deus.

"Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti" Salmos 119:11

     2. Decisão: Quando tiver que decidir algo, primeiro ore a Deus e aguarde pela resposta dele.

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor." Provérbios 16:1

   3. Determinação: Nossa vida é marcada pelas escolhas que fazemos. Escolha uma vida de vitórias. Escolha viver com e para Deus, e você será mais que vencedor em Cristo Jesus.

"Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração" Colossenses 3:15b

As decisões de não se misturar e de não ser mais um, farão com que Deus eleve você ás mais altas posições.


Espero em Cristo que isso os ajude tanto quanto irá me ajudar de agora em diante!!Que a paz de Cristo esteja com todos vocês! Amém

by: Paulinha

sábado, 5 de maio de 2012

Um erro perfeito (autor desconhecido)


O Pai da minha mãe trabalhava como carpinteiro. Certa vez, ele estava trabalhando fazendo algumas caixas que a sua igreja usaria para enviar algumas coisas para um orfanato na China. Quando voltava para casa, ele colocou a mão no bolso para pegar seus óculos, mas eles não estavam lá. Ele reviu mentalmente o seu dia e percebeu o que acontecera: os óculos haviam caído de sua bolsa e ido parar nas caixas que ele estava fazendo. E o pior, como era o último dia de trabalho, ele havia fechado as caixas com pregos, preparando-as para o transporte. As caixas haviam sido enviadas para o correiro.

A grande depressão estava no auge e o vovô tinha seis filhos. Ele havia gasto 20 dólares por aqueles óculos naquela mesma manhã. Obviamente então ele ficara chateado com a ideia de ter que comprá-los novamente. "Não é justo", ele disse para Deus quando dirigia para casa em frustração, "Eu tenho sido fiel durante todo o tempo dando dinheiro e tempo para o seu trabalho. e agora isto".

Muitos meses depois, o diretor do orfanato fez um visita aos Estados Unidos. Ele queria visitar todas as igreja que haviam apoiado seu ministério e então, em um domingo, ele chegou para pregar na pequena igreja do meu avô, em Chicago. O missionário começou a falar, agradecendo a todas as pessoas pela sua fidelidade em contribuir com o orfanato. "Mas, mais do que tudo", ele disse, "eu devo agradecer pelos óculos que vocês enviaram ano passado. Os comunistas haviam acabado de saquear o orfanato, destruindo tudo, inclusive meus óculos. Mesmo se eu tivesse o dinheiro, não haveria meio de substituí-los. E, além de não enxergar direito, eu sofria dores de cabeças diárias. Por causa disso, eu e meus companheiro de ministério orávamos continuamente. Então suas caixas chegaram. E, quando minha equipe removeu as tampas, eles encontraram um óculos no topo de uma delas".

O missionário parou para deixar que suas palavras fizessem efeito. E então, ainda tocado com a maravilha do acontecimento, ele continuou: "E vocês não sabem da maior. Quando eu experimentei os óculos era como se eles tivessem sido feito só para mim. Eu agradeço a vocês por serem parte disso". 

As pessoas ouvira, felizes pelo óculos miraculoso. Mas o missionário deve ter confundido a igreja, pensaram. Não havia nenhum óculos na lista de itens que foram enviados para o orfanato.

Mas, sentando-se calmamente no fundo, com lágrimas escorrendo por seu rosto, um carpinteiro comum percebera que o Carpinteiro Mestre o havia usado de uma maneira extraordinária.

terça-feira, 1 de maio de 2012

O Bambu (autor desconhecido)


Ha muito tempo atrás, no coração do Reino havia um lindo jardim. No frescor do dia, o Senhor do Jardim descia e passeava por ele. E, de todos os habitantes daquele jardim, o mais amado e belo era o nobre Bambu. Ano após ano, o Bambu crescia e se tornava mais nobre e gracioso, consciente do amor de seu Senhor e de sua apreciação.

Um dia, quando o Senhor chegou-se ao Bambu para contemplar sua amada árvore, o Bambu, em uma apaixonada adoração, curvou seu grande corpo até o chão. Nesse momento, seu Senhor disse: "Bambu, usarei você. O dia dos dias chegou, o dia para qual você foi criado". A voz do Bambu veio baixa: "Senhor, estou pronto. Use-me como quiser".

"Bambu", a voz de seu Senhor era grave, "eu devo derrubar você".

"Derrubar-me? A mim? Aquele a quem o Senhor fez o mais belo no jardim? Isso não! Use-me para a sua alegria, mas não me derrube!"

"Amado Bambu", a voz do Senhor tornou-se ainda mais grave, "se eu não lhe derrubar, não poderei usá-lo".

O jardim se calou. O vento segurou a respiração. O Bambu lentamente curvou sua cabeça. E dele saiu um murmúrio: "Senhor, se não posso ser usado sem que isso aconteça, faça o seu querer e me derrube".

"Amado Bambu, devo cortar também suas folhas e galhos".

"Poupe-me, Senhor! Derrubar minha beleza ao chão, mas tomar-me também meus galhos e folhas?"

"A menos que os corte, não posso lhe usar".

O sol escondeu sua face, Uma borboleta fugiu amedrontada e o Bambu tremeu e murmurou: "Senhor, corte-os então".

"Bambu, eu dividirei você em dois e cortarei seu coração. Se não o fizer, não poderei usá-lo".

O Bambu então curvou-se para o chão e disse: "Senhor, então corte-me e divida-me".

E assim fez o Senhor daquele jardim. Ele cortou o Bambu e tirou-lhe os galhos e folhas. Dividiu-o em dois e cortou-lhe o coração. Por fim, carregou-o até onde havia um riacho e usou-o para levar a refrescante água até os campos secos. Colocando uma ponta do Bambu cortado no riacho e o outro no canal de água, o Senhor gentilmente baixou a sua amada árvore. E o riacho lhe cantou boas-vinas e a brilhante água correu em alegria pelo Bambu até os campos que esperavam alívio. E a colheira cresceu, os dias se passaram e a sega chegou.

Naquele dia, o Bambu, uma vez tão glorioso, foi posto em uso através de sua humilhação. Em sua beleza, sua vida estava reservada a si próprio. Em seu quebrantamento, porém, tornou-se um canal de abundante água para o mundo de seu Senhor.